quarta-feira, 21 de setembro de 2011

AUTO-ESTIMA COMO ANDA A SUA ?

O que fazer para que ela se mantenha alta?
Auto-Estima é a capacidade que uma pessoa tem de confiar em si própria, de se sentir capaz de poder enfrentar os desafios da vida, é saber expressar de forma adequada para si e para os outros as próprias necessidades e desejos, é ter amor próprio...
Em suma, é saber que você tem o direito e merece mesmo ser feliz!

 
E para ser feliz, sua auto estima deve estar num bom nível, quanto maior, melhor!
Reflita: Quem você é pra você ? Como você se vê ?  Se você se tiver em “alta conta”, se valorizar, e se considerar como alguém de “valor”, você terá uma auto-estima alta. Do contrário, o que é mais comum, a sua auto-estima será baixa. Todos têm problemas de auto-estima... A auto-estima começa a se formar na infância, fique atento a algumas características da baixa auto-estima e procure combatê-las:
CARACTERISTICAS DA BAIXA AUTO-ESTIMA:
- Insegurança e perfeccionismo,  dúvidas constantes
- Sentimento vago de não ser capaz de realizar nada
- Não se permite errar,  necessidade de: agradar, de aprovação e de reconhecimento
O QUE DIMINUI A AUTO-ESTIMA
- Críticas e autocríticas
- Culpa, abandono, rejeição, carência
- Frustração vergonha, inveja, timidez
- Insegurança; medo, humilhação, - raiva
- Perdas e dependência (financeira e emocional)
 Agora vamos elevar essa auto-estima afinal você é uma pessoa que merece se valorizar,  se amar, se olhar e de frente e dizer " Eu sou especial ", "  Eu faço a diferença para as pessoas a minha volta ", acredite você é uma pessoa legal  e faça de tudo para as pessoas perceberem isso.
 PARA ELEVAR A AUTO-ESTIMA É PRECISO:
- Autoconhecimento
- Manter-se em forma física (gostar da imagem refletida no espelho)
- Identificar as suas qualidades
- Aprender com a experiência passada
- Olhar-se com amor e carinho
- Manter diálogo interno positivo
- Acreditar que merece ser amado(a) e é especial
- Fazer todo dia algo que o deixe feliz. Pode ser coisas simples como dançar, ler, descansar, ouvir música, caminhar.
RESULTADO DA AUTO-ESTIMA ELEVADA
- Palavras de elogio, uso de expressões de afeto
- Segurança, harmonia entre o que sente e o que diz
- Flexibilidade aos fatos, autoconfiança elevada
- Amor-próprio , satisfação pessoal
- Maior desempenho profissional
- Relações saudáveis, paz interior
Agora mãos a obra, comece a trabalhar sua auto-estima  e lembre-se segundo Paulo Coelho  “Quando você quer alguma coisa, todo o universo conspira para que você realize o seu desejo.”
A vida muda quando você muda !!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

A inteligência das Relações Humanas


Muito se fala sobre a inteligência no relacionamento, mas  ainda não me senti á vontade para interligar inteligencia e relações humanas.
Afinal, inteligência: capacidade mental de...raciocinar, analisar, resolver, compreender ideias, aprender..... encaminha minha compreensão para uma atividade intelectual, cerebral.
Mas o cérebro, ora o cérebro, não cria nada!
O cérebro operacionaliza o composto de nossas crenças, aquelas que guiam as nossas escolhas (sempre que podemos).
E essa é a nossa formação. Uma frase antiga me remete a esse pensamento: “a criança é filha da mãe, do pai e do meio”.
Esse sim, o meio, tem importância superlativa na formação da visão da realidade e da nossa impressão sobre os outros. Isso forma o nosso Eu, evidentemente que com boa carga de influencia do nosso código genético.
A conceituação da inteligência, conforme Goleman, ou Gardner (das sete inteligências) são indispensáveis, mas precisam ser complementadas por outros enfoques como espelha a frase:  a teoria dos complexos é uma teoria de relacionamentos interpessoais, bem como de relacionamentos Intrapsíquicos” de Carl Gustav Jung.
Ou seja, a qualidade das nossas relações depende muito de nossa relação conosco.
Talvez seja necessário menos inteligência e mais vigilância e respeito.
Para reforçar esse ponto quero relembrar da passagem ocorrida há tempos atrás nas Olimpíadas de Seattle quando oito concorrentes, jovens deficientes mentais, largaram juntos para a corrida de 100 metros rasos. Um deles tropeçou e caiu, logo depois da largada.
Todos pararam e olharam para trás. Voltaram, levantaram o menino que havia caído e foram, juntos, até o final.
Houve inteligência nesse ato? Ou houve respeito e humanidade.
Ou talvez inteligência mesmo, mas um tipo muito especial de inteligência onde o outro é fundamental na nossa vida. Quando nos preocupamos com os outros tanto quanto nos preocupamos conosco.
Isso poderia explicar muitos fatores que, hoje, tornam determinantes fatores como a ecologia, a sustentabilidade, comunidade e o futuro de nossos descendentes. A negação do egoísmo e da solidão, mesmo acompanhada. A verdadeira visão de mundo. Do mundo de amanhã.
Os poetas cantam: "Tudo que existe existe talvez porque outra coisa existe. Nada é, tudo coexiste: talvez assim seja certo..." (Fernando Pessoa).
E os cientistas afirmam: “A autoidentidade é uma abstração. A autoidentidade depende do outro!”  (Ronald Laing - psiquiatra)
E, para complementar dizem os filósofos “Para saber uma verdade qualquer a meu respeito, é preciso que eu passe pelo outro“ (: Jean-Paul Sartre)
Enfim, minha expectativa é a de que consiga me ver nos outros e, dessa forma, interagir, isto é, agir junto. Mas com a emoção, esse sentimento ainda tão banido das nossas relações profissionais.
E para finalizar, novamente Jung: domine todas as técnicas, conheça tudo que puder, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas uma outra alma humana". Em suma, nas questões de relacionamento talvez a palavra não seja aprender ou mesmo desaprender, mas sim “desprender”. Soltar amarras e exercitar um desprendimento para pensar o coletivo, olhar o outro e buscar fazer juntos, para todos

domingo, 17 de julho de 2011

A toda hora é hora de ação...




A reação para o sucesso começa agora!

Quantas vezes as pessoas desistem da vida porque desistem de esperar ?
Temos tanta pressa com tudo !... Como se a vida fosse um mar de problemas  para uns e um mar de rosas para outros!... Não vivemos o que outros  corações vivem e nem podemos viver, mas como podemos aprender com cada  coisa que surge a cada instante !
Há algo mais singelo, sublime e belo que as flores que nascem entre as  pedras? Elas germinam, avançam e sobressaem-se, mesmo se tudo à volta   parece árido e seco. Embelezam, apesar das asperezas, da seca, dos maus dias.
Aprendemos com a natureza que o mundo tem jeito, que podemos nos   resguardar e permanecer inteiros, apesar das situações que parecem querer  nos enfraquecer e derrubar. 
Aprendemos com as estações que não se desiste  da vida, nem de ser, nem de tentar, nem de querer e que será sempre  possível dar a volta por cima, apesar das contrariedades do caminho.
O  majestoso sol deixa-se muitas vezes encobrir por nuvens, mas ele volta sempre e sempre.
Fomos feitos para viver. 
Fomos criados para bem viver. 
Somos flores às  vezes em terra fértil, outras em terreno árido, mas flores ainda; somos  sóis e luas que não desistem de renascer. 
Somos poços de problemas ou rios  de felicidade, mas somos cheios de possibilidades e o melhor de nós pode  sempre sobressair, como tímidos e firmes raios de sol que varam as nuvens  e acabam iluminando o dia.
                                                                                                                          Letícia Thompson

sexta-feira, 17 de junho de 2011

A Montanha da Vida


A vida pode ser comparada à conquista de uma montanha de um Pico. Como a vida, ela possui altos e baixos. Para ser conquistada, deve merecer detalhada observação, a fim de que a chegada ao topo se dê com sucesso. Todo alpinista sabe que deve ter equipamento apropriado. Quanto mais alta a montanha, maiores os cuidados e mais detalhados os preparativos.
No momento da escalada, o início parece ser fácil. Quanto mais subimos, mais árduo vai se tornando o caminho. Chegando a uma primeira etapa, necessitamos de toda a força para prosseguir. O importante é perseguir o ideal: chegar ao topo.
À medida que subimos, o panorama que se descortina é maravilhoso. As paisagens se desdobram à vista, mostrando-nos o verde intenso das árvores, as rochas pontiagudas desafiando o céu. Lá embaixo, as casas dos homens tão pequenas... É dali, do alto, que percebemos que os nossos problemas, aqueles que já foram superados são do tamanho daquelas casinhas. Pode acontecer que um pequeno descuido nos faça perder o equilíbrio e rolamos montanha abaixo. Batemos com violência em algum arbusto e podemos ficar presos na frincha de uma pedra.
É aí que precisamos de um amigo para nos auxiliar. Podemos estar machucados, feridos a ponto de não conseguir, por nós mesmos, sair do lugar. O amigo vem e nos cura os ferimentos. Estende-nos as mãos, puxa-nos e nos auxilia a recomeçar a escalada. Os pés e as mãos vão se firmando, a corda nos prende ao amigo que nos puxa para a subida.
Na longa jornada, os espaços acima vão sendo conquistados dia a dia. Por vezes, o ar parece tão rarefeito que sentimos dificuldade para respirar. O que nos salva é o equipamento certo para este momento. Depois vêm as tempestades de neve, os ventos gélidos que são os problemas e as dificuldades que ainda não superamos.
Se escorregarmos numa ladeira de incertezas, podemos usar as nossas habilidades para parar e voltar de novo. Se cairmos num buraco de falsidade de alguém que estava coberto de neve, sabemos a técnica para nos levantar sem torcer o pé e sem machucar quem esteja por perto.
Para a escalada da montanha da vida, é preciso aprender a subir e descer, cair e levantar, mas voltar sempre com a mesma coragem. Não desistir nunca de uma nova felicidade, uma nova caminhada, uma nova paisagem, até chegar ao topo da montanha. Para os alpinistas, os mais altos picos são os que mais os atraem. Eles desejam alcançar o topo e se esmeram. Preparam-se durante meses. Selecionam equipe, material e depois se dispõem para a grande conquista. Todos nós temos um desejo, um sonho, um objetivo, um verdadeiro Everest. E este Everest não tem 8.848 metros de altitude, nem está entre a china e o Nepal, este Everest está dentro de nós.
“É preciso ir em busca deste Everest, de nossa mais profunda realização" seja na vida pessoal profissional empresarial..
Valdemar Nicliewicz /Alpinista Brasileiro

quarta-feira, 1 de junho de 2011

VOCÊ CONHECE O RAUL? 

 O Raul
                                                
Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente.
Figuras sem um vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal. Figuras como o Raul.
Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio.
Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho.
Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho - com tinta nanquim.
Já o Raul nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena.
Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes  que o Pena concluísse a frase.
Deu no que deu.
O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou  meio na carona do Pena - que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas.
No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de 'paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino'.
E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo.
Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma  multinacional.
Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos.
E quem era o chefe do Pena? O Raul.
E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição? Ninguém na empresa sabia explicar direito.
O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação.
Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava.
Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito.
Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa.
Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite. Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta.
E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta.
O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer.
Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o Vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul.
E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável:...
ELE ENTENDIA DE GENTE!
Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos.
E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima: ?Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo".
Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas.
Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert e todo pintor comum, um gênio.
Essa era a principal competência dele.
'Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas, o verdadeiro Grande Homem é aquele que faz com que todos se sintam Grandes".
(Texto de Max Gehringer - CBN)

sexta-feira, 6 de maio de 2011

TODO DIA É DIA DE MUDANÇA

Todas as mudanças que ocorrem nas nossas vidas são importantes, porém tem algumas que são mais importantes do que outras.
A gente não faz a mínima idéia de como as mudanças são significativas na nossa vida até o momento em que decide mudar. Nas palavras do grande poeta e dramaturgo irlandês, William B. Yeats, “quando você quer alguma coisa, todo o universo conspira a seu favor” e de acordo com Jim Rohn, escritor e palestrante, “tudo muda quando você muda”.
A atitude mais difícil do mundo é mudar. A segunda é mudar pela segunda vez. Da terceira vez em diante a gente vai tomando gosto e a vida se transforma num celeiro de oportunidades sempre que iniciativa, ousadia e ação tomam o lugar da procrastinação. Por experiência própria digo que pode ser ainda melhor quando você consegue se livrar da escravidão do controle remoto. Nesse sentido, a vontade de pensar e escrever me ajuda muito. Eu mudo sempre que contribuo para fazer a diferença na vida das pessoas através da literatura.
Mudanças significativas estão diretamente relacionadas com as nossas crenças e limitações. A única coisa com que estamos sempre lidando são os nossos pensamentos e, acredite ou não, nossos pensamentos podem ser modificados, se houver predisposição para mudá-los. Entretanto, deve-se ter consciência de que a força dos pensamentos negativos, por uma série de razões, exerce mais influência em nosso dia-a-dia do que os pensamentos positivos, portanto, o esforço necessário para reverter esse processo deve ser constante.
Parafraseando Louise L. Hay, escritora americana, “toda teoria do mundo é inútil a não ser que saibamos aplicá-la para alguma coisa”, portanto, o primeiro desafio é quebrar a nossa eterna resistência à mudança. Ninguém pode alcançar a paz de espírito sem a verdadeira consciência da mudança.
Pense nas inúmeras promessas que você já fez no início de cada ano e nas inúmeras vezes que você proferiu afirmações do tipo “nunca mais farei isso”, “de agora em diante vai ser diferente” ou a tradicional “segunda-feira eu começo”, porém antes de o dia terminar você já havia tomado um pote de sorvete, fumado um maço de cigarros e ofendido a pessoa que você mais admirava. Isso fez com que você triplicasse a carga de culpa que você já carrega.
De acordo com os especialistas, nada tem a ver com força de vontade ou disciplina. De fato, tentar eliminar o problema sem considerar a dissolução da causa é inútil. Entretanto, é melhor manter a disciplina, pois no instante em que você relaxa, o sintoma ganha força novamente. Por tudo isso, quero compartilhar com você algumas dicas para ajudá-lo a construir mudanças duradouras na sua vida pessoal e profissional, desde que você esteja propenso a mudar.
1. A mente é um instrumento precioso que pode ser utilizado da maneira que você quiser, portanto, o modo como você a utiliza nada mais é do que um hábito e hábitos, assim como os pensamentos, podem ser modificados;
2. Aquilo em que você se concentra cresce, portanto, concentrar-se em afirmações positivas tende a provocar mudanças mais significativas do que uma sucessão de farpas e reclamações;
3. Gostar de si mesmo é o verdadeiro combustível da mudança; você muda para melhorar a autoestima; baixa autoestima é sinônimo de infelicidade; autoestima elevada é sinônimo de mudança positiva e duradoura;
4. Como diz o ditado, a única certeza visível é a mudança, portanto, todo dia é dia de mudança; o exercício constante da mudança é um processo de aprendizagem que só poderá ser fortalecido com a prática.
Particularmente não conheço ninguém que não deseje mudar de vez em quando. Ter consciência de que você precisa mudar é a parte mais fácil. Saber por onde começar é a parte mais complexa, porém com o mínimo de planejamento e determinação as chances aumentam.
Eu levei um bom tempo para aprender a me concentrar nos resultados da mudança em vez dos sacrifícios que ela impõe. Mohamed Ali, o grande pugilista, afirmou tempos depois de se aposentar: “eu detestava cada minuto daquele treino, mas pensava comigo mesmo: treine agora e será um campeão para sempre”. De acordo com John Maxwell, escritor e conferencista, “se a mudança não lhe custar nada, então não é uma mudança de verdade”.
O mundo é repleto de pessoas que continuam casadas mesmo que não haja mais amor, de pessoas que continuam fazendo o que não gostam, de pessoas que continuam guardando roupas velhas e bugigangas que nunca serão utilizadas, de pessoas que continuam cercadas de pessoas que as atrasam e milhares de outras que continuam trabalhando em empresas que não dão futuro.
Reflita sobre isso e responda: o que o impede de ser diferente? Todo dia é dia de iniciar aquela mudança que você vem adiando há tempo. As palavras de John Greenleaf Whittier, poeta e escritor americano, escritas há mais de 150 anos, encerram a nossa lição de hoje: de todas as frases tristes, a mais triste é “eu poderia ter feito isso”. Pense nisso e seja feliz!
Jerônimo Mendes


sábado, 16 de abril de 2011


Dar antes que peçam

Paulo Coelho

Quem está atento ao próximo, sempre dá antes que lhe peçam. Muitas vezes desculpamos o nosso egoísmo, dizendo: “se ele estivesse precisando, teria pedido”.

E nos esquecemos que muita gente não consegue – simplesmente não consegue – pedir ajuda.

Não estou falando apenas de dinheiro: a solidão, muitas vezes, consegue ser pior do que a fome.
Ao nosso lado existem pessoas que passam semanas inteiras trancadas em si mesmas.
Vão do trabalho para a TV, e da TV para o trabalho.
O coração está tão frágil que começam a viver amores doentios. Estão com fome de afeto e tem vergonha de demonstrar isto.
Não custa perceber estas pessoas ao nosso lado e tentar ajudá-las.

Aqueles que olham a miséria com indiferença, tem a miséria na própria alma.