segunda-feira, 21 de dezembro de 2009



MERRY CHRISTMAS

Estamos em época de Natal, todos apressados comprando as famosas lembrancinhas para comemorar a data, alguns apressados para participar de confraternizações afinal é epóca de integração com os amigos e colegas do trabalho.....mas vamos dar uma parada !!!
E que tal em vez de correr para comprar bens materiais você correr para semear amor por onde passar, faça alguma coisa diferente essa semana, vá a um orfanato, vá a um abrigo de velhos e que seu presente seja o amor e o carinho a quem tanto precisa.
Cumprimente o motorista do ônibus que cuidadosamente dirige para que você chegue a seu destino diariamente, deseje felicidades a todos que lhe pedirem uma informação na rua, espalhe sorrisos, faça uma criança desconhecida feliz como ?? com certeza se você estiver atento vai saber como fazer os olhinhos dela brilharem, cante no chuveiro uma música alegre, diga as pessoas que estão próximas de você o quanto elas são importantes, as vezes nunca falamos por achar que todas elas já sabem dos nossos sentimentos mas também sabemos o quanto é bom ouvir palavras de carinho portanto fale !! fale muitas palavras bonitas recheadas de sentimentos a todos que puder.
Ah! e por último lembre de procurar aquele amigo querido que você já não vê ou fala há um bom tempo, aproveite a oportunidade para resgatar essa preciosa amizade Afinal è tempo de espalhar amor, energia, esperança, magia e cor !!
Desejo que assim o seu NATAL seja muito feliz !!!
Isabela Magalhães
"Todo o bem que eu puder fazer,
toda a ternura que eu puder demonstrar a qualquer ser humano,
que eu os faça agora, que não os adie ou esqueça,
pois não passarei duas vezes pelo mesmo caminho."James Greene

terça-feira, 8 de dezembro de 2009


RESILIÊNCIA

O termo “resiliência psicológica” surgiu na década de 1960, quando Frederic Flach, estudando sua história de vida e de outros que haviam superado grandes adversidades, emprestou-o da Física e da Medicina e passou a empregá-lo para o ser humano.

Resiliência é a capacidade concreta de retornar ao estado natural de excelência, superando uma situação critica. Segundo dicionário Aurélio, é a propriedade pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora de tal de formação elástica”. “ È A ARTE DE TRANSFORMAR TODA ENERGIA DE UM PROBLEMA EM UMA SOLUÇÃO CRIATIVA” Resiliência surgiu na física e significa a capacidade humana de superar tudo, tirando proveito dos sofrimentos, inerentes às dificuldades, é trabalhado em todas as áreas como saúde, finanças, indústria, sociologia, e psicologia. O estresse profissional é uma realidade observada hoje nas mais diferentes áreas e setores do mercado de trabalho, diferentemente do que muitos imaginam, não está restrito apenas para profissionais que exercem altos cargos em grandes empresas. O problema está presente nos mais distintos níveis hierárquicos, em empresas de todos os portes, isso se intensifica à medida que se aumentam cobrança, pressão etc. Neste mundo globalizado um grande diferencial representa a pessoa resiliente, pois o mercado procura profissionais que saibam trabalhar com altos níveis de cobrança. Esses profissionais recuperam-se e se moldam a cada “deformação” (obstáculo)situacional. O equilíbrio humano é como a estrutura de um prédio, se a pressão for maior que a resistência, aparecerão rachaduras como doenças psicossomáticas que se manifestam nos indivíduos que não possuem esta característica ex: gastrite entre outras. O ser humano resiliente desenvolve a capacidade de recuperar – se e moldar – se novamente a cada obstáculo e a cada desafio. Quando mais resiliente for o indivíduo maior será o desenvolvimento pessoal, isso torna uma pessoa mais motivada e com capacidade de contornar situações que apresente maior grau de tensão. Um indivíduo submetido a situações de estresse que tem a capacidade de superá-las sem lesões mais severas (“rachaduras”) é um resiliente. Já o profissional que não possui este perfil é o chamado "homem de vidro", que se "quebra" ao ser submetido às pressões e situações estressantes. A idéia de resiliência pode ser comparada às modificações da forma de uma bexiga parcialmente inflada. Se comprimida, pode adquirir as formas mais diversas e em seguida retorna ao estado inicial. Existe dois tipos de indivíduos, aqueles que nascem e os que se tornam resilientes. Todos nós podemos nos tornar resiliêntes. Seguem algumas dicas:• Mentalizar seu projeto de vida, mesmo que não possa ser colocado em prática imediatamente. Sonhar com seu projeto é confortante e reduz a ansiedade • Aprender e adotar métodos práticos de relaxamento e meditação • Praticar esporte para aumentar o ânimo e a disposição. Os exercícios aumentam endorfinas e testosterona que, conseqüentemente, proporcionam sensação de bem-estar • Procurar manter o lar em harmonia, pois este é o "ponto de apoio para recuperar-se" • Aproveitar parte do tempo para ampliar os conhecimentos, pois isso aumenta a autoconfiança • Transformar-se em um otimista incurável, visualizando sempre um futuro bom • Assumir riscos (ter coragem) • Tornar-se um "sobrevivente" repleto de recursos no mercado profissional • Apurar o senso de humor (desarmar os pessimistas) • Separar bem quem você é e o que faz • Usar a criatividade para quebrar a rotina • Examinar e sobre a sua relação com o dinheiro • Permitir-se sentir dor, recuar e, às vezes, enfraquecer para em seguida retornar ao estado original . A resiliência consiste no equilíbrio entre a tensão e a habilidade de lutar, de atingir outro nível de consciência, que nos traz uma mudança de comportamento e a capacidade de lidar com os obstáculos da vida e do profissional.

Leonardo Soares Grapeia

Eduardo Carmello revela que as pessoas resilientes possuem cinco características que os ajudam a buscar oportunidades em meio aos problemas: proatividade, positividade, flexibilidade, capacidade de manter sempre o foco em mente e sempre se organizar diante de uma situação complexa. “São pessoas que sabem que não podem impedir a desestrutura, mas conseguem dominar a situação, agindo rapidamente com consistência”.
E VOCÊ É RESILIENTE ?

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

É certo que ninguém é indispensável na vida. Através da história vemos quantos atravessaram, partiram, alguns deixaram grandes marcas, outros apenas simples pisadas, mas toda a humanidade sobreviveu mesmo quando os grandes nomes partiram.
O fato de não sermos indispensáveis, porém, não implica não sermos necessários e importantes. Uma gota de água é sempre uma gota de água a mais, uma pétala, um meio a mais para aumentar a beleza e formosura de uma flor.
Cada um é, na sua simplicidade, sua maneira grande ou pequena de contribuir com a história, um pedacinho de vida útil na construção do mundo. Nosso corpo é, da cabeça aos pés, um todo formado de pequenas partes necessárias umas às outras.
Quantos de nós não evolui no trabalho simplesmente porque pensa que o que faz não tem importância ou é menos importante que seu vizinho, amigo ou chefe?
Ora, a importância de um trabalho, seja ele qual for, está no valor que damos a ele. O mundo precisa de toda contribuição para continuar a caminhar. Além disso, nossa utilidade está não só no trabalho que produzimos, mas naquilo que podemos dar de nós como seres humanos.
Jesus trabalhou como carpinteiro e certamente produziu coisas materiais, mas a herança que deixou na construção humana e espiritual é incomparável a qualquer outra.
Toda profissão é bela, que seja ela diplomada de universidades ou da vida. Toda função é importante para que o mundo possua significado. Toda pessoa é única e o espaço que ela ocupa é só dela. Toda pessoa tem de si a dar, sem se perder um milímetro nessa doação, muito pelo contrário.
Não... não somos em absoluto indispensáveis à vida, mas, definitivamente, somos imprescindíveis na história do mundo se sabemos dar de nós de maneira generosa e ilimitada.
© Letícia Thompson

domingo, 22 de novembro de 2009



"Que os vossos esforços desafiem as impossibilidades, lembrai-vos de que as grandes coisas do homem foram conquistadas do que parecia impossível" .Charles Chaplin

O FÁCIL, O DIFÍCIL E O IMPOSSÍVEL...

O que chamamos de fácil nada mais é do que aquilo que já conhecemos muito bem.
E por que conhecemos bem ? Porque já convivemos com aquilo diariamente.
Mas, se pensarmos bem, veremos que uma determinada coisa se tornou fácil, depois de muito tempo de convivência com ela.
Descobrimos, então, que fácil é aquilo que já fizemos repetidas vezes.
Ótimo! Eu acabo de descobrir uma coisa muito importante:
Se fácil é aquilo que já repetimos várias vezes, daqui para frente eu posso então transformar as coisas difíceis e impossíveis.
Como ? Começando desde já a conviver com a possibilidade de alcançá-las;
Começando desde já a praticá-las;
Começando desde já, e em pequenas doses, a fazer com que o impossível torne-se difícil. Mais adiante, fazendo o difícil tornar-se fácil.
Sabemos que ver as coisas dessa maneira não é fácil...
É até um pouco difícil, mas também impossível já não é mais.
Agora já descobrimos, pelo menos, qual é o caminho a seguir.
Se a vida vai ser algo fácil, difícil ou impossível, isso vai depender de nós mesmos. Aquilo que nem sequer tentamos, será sempre impossível.
Aquilo que começamos a tentar, agora é difícil.
E aquilo que já fazemos há muito tempo tornou-se algo fácil.
Autor desconhecido
"Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risada do ridículo e choro porque tenho vontade, mas nem sempre tenho motivo. Tenho um sorriso confiante que as vezes não demonstra o tanto de insegurança por trás dele. Sou inconstante e talvez imprevisível. Não gosto de rotina. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso, e me irrito de forma inexplicável quando não botam fé nas minhas palavras. Nem sempre coloco em prática aquilo que eu julgo certo. São poucas as pessoas pra quem eu me explico..".Bob Marley

domingo, 15 de novembro de 2009


APROVEITE HOJE AMANHÃ É OUTRO DIA
Sigmar Sabin

Em algum momento, você já desperdiçou uma oportunidade que se apresentou como: “a grande chance de sua vida”? Talvez, motivado por algum acontecimento no passado, preferiu não “arriscar-se” ou melhor, não tentar.Acontece com muitas pessoas.
Comigo isto já aconteceu.
Medo de não conseguir.
Medo de assumir um “Compromisso” maior que me julgava capaz de realizar.Não se preocupe.
Todos nós somos passíveis de falhas, de medos.
Mas também somos dotados de recursos naturais, espirituais e intelectuais, que nos tornam capazes de superar esses detalhes, quando identificados e aceitos. Digo: aceitos.
Por que só podemos mudar uma situação se a aceitarmos como algo que nos incomoda, nos impede de crescer e de nos desenvolver. Creio que ilustrando esse raciocínio com uma historinha, vai ficar mais fácil a compreensão. Não é mesmo?Certa ocasião, um menino que tinha adoração por patins, pediu, pediu, tanto fez que um belo dia, ele conseguiu seu objeto de desejo. Ficou muito feliz com o par de patins, não desgrudava dele um minuto sequer, era dia e noite, o menino e os patins.Mas aconteceu algo perturbador.
No primeiro tombo, no primeiro arranhão, ele ficou com medo de estragar os patins e resolveu guardá-los.Os patins ainda eram a coisa que ele mais queria, o que ele mais gostava de fazer era estar com eles. Mas ele preferiu apenas ficar olhando e não usar mais para não estragar. O tempo foi passando e os patins guardados.
Passaram-se anos e o garoto esqueceu os patins. Então, em um belo dia, ele se lembra, sente saudades e resolve recuperar o tempo perdido.Vai até o armário, revira tudo e finalmente encontra os patins.
Corre para calçá-los e aí tem uma terrível surpresa. Os patins não cabem mais no seu pé.
O menino, acometido de profunda tristeza, chora e lamenta os anos perdidos e que não vai mais poder recuperar.
Poderia sim comprar outro par, mas nunca seriam iguais aqueles. Assim como o menino da história, são as pessoas.Guardam sentimentos, com medo de vivê-los, de se machucar e depois, quando resolvem retomar este sentimento, muitas vezes ele já passou de sua melhor fase.
Aqueles patins eram especiais para o menino, eram únicos, por mais que comprasse outro não iria ser igual. Por isso, devemos enfrentar cada oportunidade, cada desafio como algo único. Que tal buscar lá no íntimo de cada um de nos a fagulha de coragem, determinação, força de vontade, para enfrentar os nossos medos, superá-lo e pelo menos tentar. Existem momentos que a chance aparece, se não a agarrarmos, ela vai embora e há uma grande possibilidade dela não voltar mais.Quando realmente tentarmos, pode ser que não haja mais tempo.Então, não guarde os patins, apenas para não estragá-los.
Mais tarde podem não servir pra mais nada a não ser lembranças. Se fizermos isso, será como se deixássemos para ser feliz em outra hora.
Pense Nisso... Hoje...

domingo, 8 de novembro de 2009

DEPOIS A GENTE ARRUMA O ESTRAGO
Danuza Leão

Não há nada que me deixe mais frustrada do que pedir sorvete de sobremesa, contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente uma bolinha minúscula do meu sorvete preferido. Uma só.
Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa. Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um litro de sorvete bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.
O sorvete é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.
A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade.
A gente sai pra jantar, mas come pouco.
Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.
Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de 'fácil').
Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta.
Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo, mas tem medo de fazer papel ridículo.
Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar.
E por aí vai.
Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar', tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação...
Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem-graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão...
Às vezes dá vontade de fazer tudo 'errado'. Deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos.
Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito. Recusar prazeres incompletos e meias porções.
Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase mais ou menos assim: 'Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora'...
Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos?) desejar várias bolas de sorvete, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado.
Um dia a gente cria juízo. Não tem que ser agora.
Por isso, garçom, por favor, me traga: cinco bolas de sorvete de chocolate, um sofá pra eu ver 10 episódios do 'Law and Order', uma caixa de trufas bem macias e o Richard Gere, nu, embrulhado pra presente. OK? Não necessariamente nessa ordem.
Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago . . .

quinta-feira, 29 de outubro de 2009



Os girassóis e nós.
pe: Fábio de Melo



Eles são submissos. Mas não há sofrimento nesta submissão. A sabedoria vegetal os conduz a uma forma de seguimento surpreendente. Fidelidade incondicional que os determina no mundo, mas sem escravizá-los.
A lógica é simples. Não há conflito naquele que está no lugar certo, fazendo o que deveria.
É regra da vida que não passa pela força do argumento, nem tampouco no aprendizado dos livros. É força natural que conduz o caule, ordenando e determinando que a rosa realize o giro, toda vez que mudar a direção do Regente.
Estão mergulhados numa forma de saber milenar, regra que a criação fez questão de deixar na memória da espécie. Eles não podem sobreviver sem a força que os ilumina. Por isso, estão entregues aos intermitentes e místicos movimentos de procura. Eles giram e querem o sol. Eles são girassóis.
Deles me aproximo. Penso no meu destino de ser humano. Penso no quanto eu também sou necessitado de voltar-me para uma força regente, absoluta, determinante. Preciso de Deus. Se para Ele não me volto corro o risco de me desprender de minha possibilidade de ser feliz. É Nele que meu sentido está todo contido. Ele resguarda o infinito de tudo o que ainda posso ser. Descubro maravilhado. Mas no finito que me envolve posso descobrir o desafio de antecipar no tempo, o que Nele já está realizado.
Então intuo. Deus me dá aos poucos, em partes, dia a dia, em fragmentos.
Eu Dele me recebo, assim como o girassol se recebe do sol, porque não pode sobreviver sem sua luz. A flor condensa, ainda que de forma limitada, porque é criatura, o todo de sua natureza que o sol potencializa.
O mesmo é comigo. O mesmo é com você. Deus é nosso sol, e nós não poderíamos chegar a ser quem somos, em essência, se Nele não colocarmos a direção dos nossos olhos.
Cada vez que o nosso olhar se desvia de sua regência, incorremos no risco de fazer ser o nosso sol, o que na verdade não passa de luz artificial.
Substituição desastrosa que chamamos de idolatria. Uma força humana colocada no lugar de Deus.
A vida é o lugar da Revelação divina. É na força da história que descobrimos os rastros do Sagrado. Não há nenhum problema em descobrir nas realidades humanas algumas escadarias que possam nos ajudar a chegar ao céu. Mas não podemos pensar que a escadaria é o lugar definitivo de nossa busca. Parar os nossos olhos no humano que nos fala sobre Deus é o mesmo que distribuir fragmentos de pólvora pelos cômodos de nossa morada. Um risco que não podemos correr.
Tudo o que é humano é frágil, temporário, limitado. Não é ele que pode nos salvar. Ele é apenas um condutor. É depois dele que podemos encontrar o que verdadeiramente importa. Ele, o fundamento de tudo o que nos faz ser o que somos. Ele, o Criador de toda realidade. Deus trino, onipotente, fonte de toda luz.
Sejamos como os girassóis...
Uma coisa é certa. Nós estamos todos num mesmo campo. Há em cada um de nós uma essência que nos orienta para o verdadeiro lugar que precisamos chegar, mas nem sempre realizamos o movimento da procura pela luz.
Sejamos afeitos a este movimento místico, natural. Não prenda os seus olhos no oposto de sua felicidade. Não queira o engano dos artifícios que insistem em distrair a nossa percepção. Não podemos substituir o essencial pelo acidental. É a nossa realização que está em jogo.
Girassol só pode ser feliz se para o Sol estiver orientado. É por isso que eles não perdem tempo com as sombras.
Eles já sabem, mas nós precisamos aprender.